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terça-feira, 10 de março de 2015

NUPIER promove parceria com empresas de ônibus do Estado para divulgação de cartilha “Discriminação é Crime”.

Durante o último mês de fevereiro, as companhias de ônibus Urbanização de Curitiba, Cidade Verde Transporte Rodoviário, Transporte Coletivo Cidade Canção, Autarquia Municipal de Transporte Rodoviário de Ponta Grossa, Viação Cidade do Paranavaí, Viação Umuarama, Sorriso de Toledo e Instituto de Transportes e Trânsito de Foz do Iguaçu acordaram com o Núcleo de Promoção da Igualdade Étnico-Racial do Ministério Público do Paraná a divulgação, em espaço apropriado dos veículos que realizam os principais trajetos das cidades de Curitiba, Maringá, Sarandi, Cascavel, Ponta Grossa, Paranavaí, Umuarama, Toledo e Foz do Iguaçu, da cartilha “Discriminação é Crime”, confeccionada pelo Ministério Público no mês de maio de 2014. O material contém instruções sobre a correta forma de registro de crimes raciais, o que evita o fenômeno da subnotificação e a ausência de realidade das estatísticas estaduais sobre a existência de racismo no Estado do Paraná. Foram distribuídos 400 folders para Curitiba, 90 para Maringá, 100 para Sarandi, 50 para Cascavel, 400 para Ponta Grossa, 26 para Paranavaí, 60 para Umuarama, 200 para Toledo e 110 para Foz do Iguaçu, conforme demanda trazida pelas próprias empresas.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Fiéis se mobilizam contra transferência de padre vítima de racismo

Comunidade católica começou a recolher adesões para um abaixo-assinado, nesta terça-feira (2), na tentativa de manter o sacerdote na Paróquia de Santo Antônio, em Adamantina
publicado: ifronteira
A comunidade católica de Adamantina iniciou nesta terça-feira (2), no Centro da cidade, uma mobilização, por meio de um abaixo-assinado, para reivindicar a permanência do padre Wilson Ramos na Paróquia de Santo Antônio.
Segundo Franciele Spina, de 22 anos, participante do movimento, desde que chegou para assumir a paróquia, há aproximadamente um ano e cinco meses, o padre recebe ofensas racistas de algumas pessoas por ser negro e, por conta disso, o bispo da Diocese de Marília, Dom Luiz Antonio Cipolini, quer mudá-lo de cidade.
“Só hoje [2], já recolhemos três mil assinaturas. A mobilização ‘Fica, Padre Wilson’ continuará até a quarta-feira que vem [10], sempre no Centro, das 9h às 16h. Além do ponto fixo, há pessoas passando com livros pelos bairros também. Pretendemos recolher aproximadamente 20 mil assinaturas até a semana que vem”, ressaltou Franciele ao iFronteira.